sábado, 19 de dezembro de 2009

Mudança

Hoje foi um dia de grande mudança para a minha "vida motociclística". Passados mais de 15 anos (desde as crossadas de DTR) decidi-me a trocar os 2 tempos pelos 4 tempos.
A ideia de comprar uma mota para fazer companhia à velhinha WR200 (porque substituir aquela clássica é impossível) não era nova como é óbvio, aliás tive a Husqvarna durante alguns anos (que deixou algumas saudades), mas cada vez mais me convencia que talvez o caminho a seguir fossem os 4 tempos.

Com a ida para a Libéria, e consequentes pesquisas para comprar uma mota em Monróvia, acabei por decidir que uma mota em Monróvia seria um mau investimento, e um risco desnecessário. Na altura o Emanuel estava vendedor da sua CRF450X, mota que eu sabia estar em excelente estado e, desta vez, resolvi seguir as palavras habitualmente sábias do nosso caríssimo Hugo e avançar com a compra. :)
O Hugo serviu de intermediário para eu ter mota nova para as férias de Natal.
A ideia era chegar da Libéria na Sexta, ir buscar a mota e dar uma volta no Sábado, e fazer a corrida do Couço no Domingo.

O momento da verdade! O João Paulo foi-me buscar Sábado de manhã para irmos ter com o Emanuel a casa dele em Alverca. Cá estamos nós no momento da "passagem" ainda na garagem.


Primeira vez a acordar o bicho. A bateria estava descarregada, teve que ser à moda antiga. As únicas 4 tempos que eu me lembrava de pegar de pedal foram umas XR400, uma XR600 (filme de terror) e a WR400F do Baptista que tinha mais truques para pegar que o meu UMM de 1979...
A CRF é só dar ao pedal. :)


Voltinha para testar o animal (e para tirar a ferrugem de 8 meses sem andar de mota) para os lados de Alverca.


Reparem no carinho!


Fotografias: http://picasaweb.google.pt/jpgoncalves36/TT19Dez09

segunda-feira, 23 de março de 2009

Bolsa de ferramentas

Depois do episódio menos feliz com a minha manete de travão no último Salir decidi "get my shit together" como dizem os americanos (e eles percebem desta coisa de motas de terra) e compôr a minha bolsa de ferramentas como devia ter feito antes do Salir e, aliás, como costumava fazer nos tempos áureos da crossada todos os fins de semana.

Eis a minha "composição". Se alguém tiver sugestões, acrescente aí nos comentários. :)



1. Jogo de chavez mistas boca/luneta: 8, 10, 12, 13, 14mm. Estas devem ser adaptadas consoante a marca da mota, etc;
2. Jogo de chaves de luneta: 8/9, 10/11, 12/13, 14/15mm. Idem;
3. Conjunto chave de velas/chave de eixos;
4. Vela;
5. Manetes de travão e de embraiagem (não chegaram a €10 as duas na Lufercar);
6. Soro fisiológico. Habituei-me a andar com ele quando usava lentes de contacto, pode dar jeito para olhos que apanham demasiado pó;
7. Alicate universal (não vá alguém ter uma dor de dentes);
8. Chave de fendas e chave Philips;
9. Barrinha "repara tudo";
10. Parafusos de substituição. Aqui tenho apenas estes para ilustrar a coisa, na realidade tenho mais uma série deles, normalmente parafusos antigos que sobraram quando montei peças novas que traziam parafusos novos;
11. "Multi-ferramenta" com jogo de chaves sextavadas e uma chave fendas e Philips mais pequenas;
12. Elo de ligação para a corrente. Nunca usei mas não quero imaginar o dia que precise de um e não tenha;
13. As sempre presentes braçadeiras plásticas;
14. Não ilustrado na fotografia, "quebra-corrente" (que não sei onde meti...);
15. Também não ilustrado, um canivete pequeno.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Salir TT 2009 - 3º vídeo

Este começa no local do lanche da manhã. É mais longo e a meio tem um mini-picanço entre o Messias e o Mané. :)

terça-feira, 10 de março de 2009

O descanso do guerreiro e a falta de travões

Dois pormenores do passeio (clicar para ver a imagem completa).

Primeiro, um momento de concentração do Miguel antes dos derradeiros 20km. Para os menos atentos poderá parecer que o Miguel estava a sofrer de cansaço mas não, trata-se de uma técnica apuradíssima de sentir o terreno antes de "deitar mãos à obra".



E em segundo lugar, comparação da manete de travão que eu torci com uma nova (a nova por cima). Podem ficar com uma ideia da potência de travagem que a mota tinha após a queda. :P

Salir TT 2009 - 2º vídeo

Mais um vídeo, desta vez com mais pessoal a aparecer pela frente. João Paulo, Miguel Neto, Cláudio, Fred, e alguns jipes. Entretanto o João Paulo já publicou as fotos dele aqui.

Salir TT 2009 by Cláudio Subtil

Ora aqui fica o fantástico relato que o Cláudio nos enviou por email. :)

"Eu já estou recuperado (hoje estive de férias a descansar em casa).

Eu adorei o passeio e o convívio (foi pena não termos conseguido juntar o grupo inteiro para o jantar de sábado).

Foi o meu 1º Salir TT (pelo que não tinha referências) e o passeio superou as minhas expectactivas.

Gostei do percurso e fiquei muito satisfeito com a minha "prestação" (excepto a navegação que "deleguei" no Hugo e no Emanuel), estava a andar regularmente rápido, fiz todas as subidas e descidas com facilidade até que... a 15 km do final do passeio, entusiasmado segui o Emanuel e o António numa mega/hiper/hard-core subida radical... trialeira do pior com pedregulhos soltos que parecia não ter fim... consegui subir, com dificuldade e devagar mas cheguei ao topo! Gritei de contentamento...

Até que o Emanuel diz: "boa, subiste bem mas enganei-me... o caminho não é por aqui..." e eu perguntei "então e agora?" ao que o António responde: "agora vamos descer..." e aí é que começou o meu Salir Inferno... toda a minha moral foi por terra e fiquei hesitante devido a quantidade de pedregulhos e profundidade dos regos que havia. Ao descer caí 2 vezes, a 1ª com alguma velocidade e violência...

A meio da descida (já eu pensava, isto afinal faz-se...) começo a ver um rego muito profundo e cheio de pedras soltas de grande dimensão... a lei de Murphy não perdoa e entrei no rego... estupidamente, decido tirar a frente do rego, viro ligeiramente para a direita e acelero para subir a lateral dta do rego e tentar sair. A traseira bate numa pedra e atravessa-se... assusto-me, acelero mais, saío do rego mas vou para fora do trilho para direita e acabo por cair, acelerador preso no chão, motor a fundo em 1ª e eu preso debaixo da mota em pânico a tentar desligar o motor. Desligo o motor, gasto todas as minhas forças a levantar a mota e a tentar colocá-la novamente no trilho. Estava assustado, a inclinação era brutal e qualquer "deslize" representava mota pela ribanceira a baixo... A custo, consigo montar-me na mota e continuo a descer...

A 100/150m do final da descida, já com o Emanuel, António e Messias no meu campo de visão, tranco a frente e volto a cair para o lado, quase parado... fico com as pernas debaixo da mota, já não tinha força para a levantar. O Emanuel subiu a pé, ajudou-me a levantar a mota e desceu o resto. Eu desci a pé... Cheguei ao final da descida exausto...

Mas não tive hipótese de descansar... fui "forçado" (Messias estava cheio de pressa...) a arrancar de imediato (não o deveria ter feito pois estava exausto e com a sensação de "coração na boca"). Nunca cheguei sequer a tirar os óculos ou o capacete para respirar...

Claro está que a partir daqui não tive mais força para levar a mota... e 2/3 minutos depois volto a cair para o lado a meio de uma subida... fui contra uma pedra que não vi porque o sol estava muito baixo e não conseguia "ler" o terreno.

Para mim esta 3ª queda tinha sido a "gota de água" e decidi que quando visse alcatrão, para mim terminava o passeio e voltaria pela estrada.

Entretanto, numa zona de pedregulho cheia de fotógrafos... o Emanuel deixa cair a mota para o lado e vai contra o António... eu venho de seguida e tenho que parar, não chego com os pés ao chão e deixo cair a mota para o lado... 4ª queda...

O alcatrão nunca mais chegava... entretanto, nova subida radical (a 7 km do fim). Como não ia a navegar, nem sequer li essa informação no roadbook... A meio da subida, o Emanuel e o Messias espalham-se um contra o outro, o António consegue passar mas eu já não consigo e tenho que parar... a meio da subida... Fiquei fo#%do... deixo a mota cair para o lado (5ª queda) e tive que dar meia volta com a mota à mão para depois descer... Consigo descer mas o físico estava mesmo nas últimas... as 5 quedas foram todas em menos de 10 km de passeio e num espaço de 30 min... queria desistir mas o Emanuel obrigou-me a continuar, fizemos uma pausa para descansar, tirei o capacete e descansei 10/15 min.

Continuei o passeio, em ritmo mais calmo, os ultimos 7 kms eram a doer, subidas e descidas acentuadas mas consegui chegar ao fim. Como estava cansado e dorido das quedas, optei por não fazer o percurso opcional no final, o Emanuel por solidariedade acompanhou-me (fico-te a dever uma).

Na mota, uma tampa lateral partida, escape ligeiramente mais amolgado, arranhões no plástico mas as manetes da zeta (e as rotating clamps) provaram que valem o seu custo, não partiram em 5 quedas! No corpo, uns arranhões no pulso e braço direito, arranhões e nódas negras na perna direita, uma valente dor na zona lombar.

Depois de um belo jantar regado a sangria, eu e o Emanuel fomos para a estrada. Cheguei a casa às 2h00..."

segunda-feira, 9 de março de 2009

Salir TT 2009 - Vídeo "Chasing Claudio Subtil"

Primeiro vídeo do Salir. Este foi filmado durante a parte da manhã. Vou editando os vídeos que tenho e publicando por ordem. Espero que gostem da banda sonora. :)

domingo, 8 de março de 2009

Salir TT 2009

E assim se passou mais um Salir, a nossa clássica dos passeios TT nacionais.
Antes de falar do passeio, cusquice curiosa: recebi quase à uma da manhã um SMS a dizer que por motivos de força maior o dia de hoje estava cancelado. Que raio é que se terá passado?

Devo comunicar-vos que tenho 2 horas de vídeos para editar. A camera ficou bem apontada e filmei algumas cenas engraçadas mas, como não há bela sem senão, temos um problema: como a camera não apanhou nada do capacete, pála ou assim, a imagem treme muito. Faz falta uma referência fixa na imagem para ser mais confortável quando se vê. A próxima vez será melhor.

Fotos só tirei duas, muito especiais, que mais tarde publicarei. Os vídeos vou editando e publicando em trechos aceitáveis para a Internet.

Se bem me lembro fomos quase todos ao chão. hehehe
Claro que a minha queda foi a mais estilosa de todas, até porque não vi nenhuma das outras. Mas isso são pormenores.
O Pedro "eu não espero por ninguém" Messias insiste que quase caiu. Eu quero testemunhas! Só confio que o Hugo "roadbook" Albuquerque é que não caiu. :P

O percurso este ano pareceu-me fácil, e foi mais curto. Mas fácil demais. Toda a gente conseguiu subir tudo. O João Paulo teve um percalço numa das subidas mas se não fossem os cromos dos jipes que vinham atrás a reclamar tenho a certeza que tinha chegado lá acima sozinho.
Os percursos fitados podiam estar mais... fitados! :P
Ontem tive um reality check aborrecido: o motossauro já deu o que tinha a dar. Gosto muito da motinha mas é preciso aceitar a realidade e seguir em frente.
A queda que eu dei foi ilustrativa, se fosse numa mota recente com as suspensões em bom estado em vez de cair tinha era passado pelo Emanuel em grande estilo! Em vez disso, caí em grande estilo. Agueeenta!!! :P
Resultado, a WR200, que já não era um exemplo de travagem muito eficaz, passou a "abrandar" em vez de travar. À conta disso não curti muito logo a seguir ao almoço até me adaptar aos timings de travagem.
Apesar disso, e porque a tradição ainda é o que era, curti à grande no último troço fitado. Muito bom!
Claro que os caríssimos Emanuel e Cláudio só poderão imaginar o quanto poderiam ter curtido neste troço final se não tivessem sido meninos :P

Mais logo já começo a publicar uns testemunhos multimédia. hehehe

Tracks GPS
Hugo Albuquerque

Fotografias pelo João Paulo: http://picasaweb.google.pt/jpgoncalves36/Salir7Mar09

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Test ride - Yamaha WR450F '06

Ora antes de mais, um MEGA OBRIGADO ao João Paulo por me ter proporcionado um Sábado fantástico!!! João Paulo, MUITO OBRIGADO! :)

Sexta-feira passada recebi um telefonema do João Paulo que me fez uma proposta irrecusável: "Guedes, queres vir andar connosco amanhã? Levas a minha 450."
Resposta imediata: "Onde e a que horas?"

Vou deixar a conversa fiada acerca do passeio propriamente dito para um post seguinte (com o log do GPS, etc, etc) e falar da mota propriamente dita. :)

O primeiro impacto foi o botãozinho mágico. Senta na mota, carrega no botão 2 segundos, tchuca-tchuca-tchuca, e já está! Mota a trabalhar! Contra mim falo: sempre fui um tradicionalista nestas coisas, e sempre disse que o arranque eléctrico é um bocado mariquice e tal. Retiro tudo o que disse. É lindo! Especialmente numa 4 tempos. Venha mas é uma mota com botãozinho mágico!

Uma palavra para descrever esta 450: fácil! Muito fácil! A potência está lá mas a entrega é tão linear que quase não se sente. Não há coices nem arranques brutos. Isto pode, eventualmente, reduzir um pouco o "fun factor" mas, por outro lado, creio que aumenta a eficiência do conjunto. A minha sensação é que estava a andar mais devagar com a 450 do que com a WR200, provavelmente porque não estava a andar no limite da mota nem precisei de a fazer "gritar" constantemente para acompanhar o resto do pessoal.
Tive alguma dificuldade com a escolha da mudança certa para cada momento porque foi a primeira vez que andei numa 4 tempos e também pela tal entrega de potência tão linear. A verdade é que foram muito poucas as vezes que enrolei punho e a mota não andou para a frente, e nessas ocasiões a culpa foi minha porque estava umas duas mudanças acima do que devia. hehehe

A caixa em si é precisa e fácil de engrenar, com excepção do ponto morto que me custou sempre um bocado a encontrar quando parava a mota. Por outro lado só meti um prego o dia todo. :)
Arranquei muitas vezes em segunda, em zonas de lama, ou a passar os ribeiros, e em determinada altura cheguei a achar que a mota não precisava de primeira e que bastaria uma caixa de 4 velocidades como algumas "crossistas" têm. Este pensamento acaba por ser contraditório porque me fartei de tentar meter a sexta... (Verdadeiras motas de enduro tÊm 6 velocidades... Saudosa Husky 250...) :P

É complicado falar da ciclística porque o meu termo de comparação é uma mota de 1992 com suspensões herdadas de um modelo de 1991, sem falar dos travões e do quadro.
Tirando estarem moles demais para o meu gosto as suspensões transmitiram-me muita confiança. A traseira de vez em quando "bamboleava" mais do que devia mas penso que uma afinaçãozinha resolveria o assunto.
O travão da frente é bastante potente e muito doseável. O tacto é muito suave e isso acaba por transmitir confiança (lembro-me dos travões Brembo da Husky tipo on-off), mas pareceu-me que a manete ficava muito encostada ao punho quando queria travar mais a sério. Mais uma vez penso que se resolvia com afinação.
Travão traseiro... Acho que quase não o usei. E como estava com botas novas, a sensibilidade não era muita. :)

Senti falta de pontos de apoio para levantar a mota. Umas pegas laterais, na zona do guarda-lamas traseiro dão sempre jeito, especialmente em zonas mais trialeiras e enduristas.

Resumindo e concluindo: mota fantástica, fácil, completa. Talvez um escapezito para lhe dar mais "kick" mas não é de todo necessário. :) E muito silenciosa!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Zé dos plásticos

Este post é dedicado aos meus caríssimos amigos que têm motas com menos de 3 ou 4 anos de idade. Sim, porque isto de querer arranjar plásticos e autocolantes para uma mota com 17 anos não é pêra doce!!!

Factory Effex
Throttle Jockey
Decal Works
N-Style
Face Lift Unlimited
UFO Plastics USA
UFO Plast
Acerbis Itália
Acerbis USA
Polisport

Algumas destas marcas têm, ou tinham, uns kits de personalização para o capacete, camisolas ou para colar na mota, normalmente com nome e número. Qualquer coisa como isto:

A Factory Effex tem kits "iron on". :)

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Salir TT 2009 - 7 e 8 de Março


O Salir TT é um clássico para o TOW. A edição 2009 já tem data marcada mas no site ainda não existem pormenores.
Fiquem atentos e vão falando uns com os outros por email para se fazerem todas as combinações de viagens, inscrições e estadias.
À partida o Hugo trata da mediação das inscrições junto da organização do Salir.

Site do Salir TT

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

O Motossauro!

O Motossauro é uma Yamaha WR200RD de 1992. Comprei-a em Junho de 1996 e continua a ser uma "máquina infernal". Em 12 anos de trabalhos forçados nunca me deixou ficar mal.

A WR200 nasceu em 1991 para combater a, na altura hiper popular, Kawasaki KDX200. A filosofia da Yamaha foi criar uma mota fácil de pilotar, performante q.b. e indestrutível. Para isso desenhou um quadro de raiz no qual aplicou as suspensões e rodas da YZ125 de '91 e juntou um motor de DTR200, com um cilindro modificado, ao qual foram retirados o sistema de auto-lube e respectiva bomba de óleo. O travão dianteiro usa a pinça e disco da YZ com a bomda da DTR. O traseiro julgo ser totalmente da YZ. O escape usado foi o da DTR200.
A revista Dirt Rider de Abril de 1991 publicou um teste à WR200 no qual dizem maravilhas da mota e, inclusivé, que batia a KDX200 em todos os aspectos.

Motossauro no Raide Portalegre em 1996 (capacete pintado aqui pelo je):



Motossauro a brincar em Fontanelas em 2008:


A minha querida motinha foi sofrendo algumas alterações e add-ons ao longo do tempo, a saber:
- guiador Renthal;
- escape completo FMF, Gold Series;
- protecção de cárter "home made";
- aro dianteiro Excel, depois de dois "normais" destruídos;
- farolim traseiro UFO;
- guarda-lamas dianteiro de YZ;
- bomba do travão dianteiro da YZ426;
- filtro de ar UniFilter;
- protecções de mãos da Polisport;
- MUITAS braçadeiras plásticas! Tirando as protecções das mãos, não há um plástico na mota que não esteja remendado.

Sofreu também alguns acidentes de percurso:
- os aros dianteiros já mencionados anteriormente;
- disco do travão dianteiro empenado, resolvido num torneiro;
- o apoio inferior do radiador esquerdo onde aperta a tampa de depósito partiu-se, o que implicou alguma bricolage para meter a coisa no sítio.

O que eu gostaria de lhe fazer/acrescentar/modificar no futuro:
- molas da suspensão dianteira: têm 16 anos! Nem sei se ainda se chamam molas...
- Boyesen Rad Valve: volto e meia aparecem umas à venda no Ebay;
- kit pistão/segmentos Wiseco;
- pisa-pés mais largos da IMS: também aparecem à venda no Ebay;
- escape Pro Circuit;
- plásticos novos! hehehe

Hall of Fame

"Momentos Kodak" para serem recordados agora e não mais tarde. :)
Fica aqui uma singela homenagem (por ordem alfabética para não se aborrecerem) aos resistentes que, 8 anos mais tarde, continuam a esgravatar quando têm uma folga das obrigações com fraldas e afins! hehehe

Francisco Correia

16º Transportugal - Outubro de 2001

Frederico Carneiro

Magoito - Novembro de 2001

Hugo Albuquerque

Salir TT - Março de 2002

João Motta Guedes

Salir TT - Março de 2002

Miguel Neto

Salir TT - Março de 2008 (não encontrei uma fotografia "antiga")

Campeonato TOW

E que tal voltarmos ao campeonato Team OffRoad Weekend?
Acho que é uma forma simpática de competição. :)

As regras são simples: trata-se de ver quem chega ao fim da "época" com mais quilómetros feitos durante as crossadas de fim-de-semana.

1. Contam-se os quilómetros totais do dia, desde o momento que se tiram as motas dos atrelados, até ao momento que se voltam a meter as motas nos atrelados;
2. Só são contabilizados pontos/kms feitos em crossadas com, pelo menos, três elementos;
3. Poderá ser aplicado um coeficiente de dificuldade a determinado dia/percurso/local (a discutir).

Origens...

É o chamado regresso às origens!
Alguns de vós ainda se lembram, com certeza, do velhinho Team OffRoad Weekend nascido em 2001, na altura na forma de um pseudo site/blog alojado na Tripod. O site ainda está online aqui!
Pois cá estamos de volta para voltar a unir a malta nas passeatas de fim de semana!